
Sexta feira passada fui ao Ziembienski assistir Cidade Vampira do Fausto Fawcett . A príncípio fiquei assistindo . . . tudo estranho . . . estranho porque é diferente , é cru , não é estética , é informação rápida . Poesia e rock n'roll. Depois fui digerindo e amei. Muito bom o que ele sente do mundo atual . Vivemos numa Roma , cabeças sendo decepadas e ninguém nem olhando. Saí do espetáculo , e meninos fazendo malabarismos com bolinhas no sinal , não me causam mais compaixão. Também sinto assim , é isso aí , o mundo é isso aí. Muito bom Fausto , tô contigo e não abro. A peça fala da paulista lourinha , que com a ajuda do namorado , matou o pai e a mãe. Nazi-patricinha é demais - o nome da dita cuja é Suzane von Richthofen. Sexo ! Sexo ! Tira a roupa nazi-patricinha . . . quero te ver nua ! !
TESÃO , ROCK N'ROLL , APOCALIPSE .

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