Tuesday, May 18, 2010

Tuesday, May 11, 2010

não sei escrever assim

VINGANÇA : Agora vc me morde, geme, crava as unhas, pede mais, treme, se descontrola, chora, goza, goza novamente e já não para mais.... E eu só me divertindo.
via Jeronimo Machado

não sei

não sei escrever cronicamente
cronicalmente

Monday, May 03, 2010

Cronos















Divindade grega, Saturno dos romanos, filho de Urano ( o Céu ) e de Cibele ou Gea ( a Terra ), esposo de Rea e pai de Júpiter, Netuno, Plutão e Juno. Sendo senhor do Universo, e temendo que seus filhos viessem futuramente a destroná-lo, devorava-os ao nascer. Dessa voracidade apenas escapou Júpiter ( Zeus ), graças ao estratagema de Rea, que substituiu a criança por uma grande pedra envolta em cueiros. É claríssima a alegoria dessa fábula: Kronos, em grego, quer dizer Tempo; e não há dúvida que o tempo devora, isto é, consome tudo o que cria. Crescendo, Júpiter forçou o pai a vomitar a pedra e os seus irmãos, e o destronou. Cronos, reduzido a condições de simples mortal, e expulso de Creta, asilou-se nas montanhas do Lácio, na Itália, onde foi bem acolhido pelo povo e pelo rei Jano, que lhe deu generosa hospitalidade. Como sinal de reconhecimento, Saturno ensinou-lhes as leis, as artes e a linguagem, pelo que foi gratificado com prudência. Esta segunda alegoria está a dizer que o rei aproveitou as lições do tempo e a experiência, para governar seu povo, com leis sábias. Simbolizando o tempo, é Cronos geralmente representado sob a forma de um ancião, curvado ao peso dos anos, erguendo, na mão, uma foice, porque o tempo ceifa todos os seres. Apresenta-se alado, para indicar a sua marcha rápida. Alguns artistas colocam-lhe, na mão, uma ampulheta, porque os antigos se serviam deste instrumento, como relógio, para a medida do tempo. Podemos vê-lo também apresentando uma serpente, disposta em círculo, emblema da eternidade, que não tem começo nem fim.

Saturday, May 01, 2010

O fruto mais maduro da árvore

o indivíduo soberano, igual apenas a sí mesmo, liberado da moralidade do costume, indivíduo autônomo supramoral, o homem da vontade própria, está nele encarnado uma verdadeira consciência de poder e liberdade, um sentimento de realização